Jornal investiga desvio de vacinas contra a covid-19 em Prefeitura de Mato Grosso do Sul

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Com o título “Uso indevido de 200 doses de vacina põe prefeitura em polvorosa e pode desmoralizar MS que é referência nacional na vacinação”, o site gdsnews.com publicou grave denúncia nesta sexta-feira (02) que teria ocorrido “em importantíssima prefeitura de Mato Grosso do Sul”.

O jornal diz “um grupinho de servidores públicos privilegiados” foi imunizado com sobra de 200 doses da vacina contra a covid-19 de remessa feita pelo Governo Federal.

Ainda de acordo com o jornal, a irregularidade vazou através de um grupo de WhatsApp e a denunciante estaria sendo ameaçada de morte.

O jornal, contudo, não revela em que município teria acontecido a irregularidade.

Leia a seguir, a matéria na íntegra:

O possível desvio de finalidade de 200 doses de vacinas contra a Covid-19 estaria deixando em pânico gestores de importantíssima prefeitura de Mato Grosso do Sul, principalmente porque quando a bomba estourar o chefe do Executivo Municipal poderá ficar muito mal com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) que vem se desdobrando junto com seus auxiliares para que o Estado seja modelo nacional na política de vacinação contra a Covid-19.

A irregularidade teria ocorrido a partir do momento em que se contatou que havia sobrado 200 doses de vacinas de uma remessa efetuada à referida prefeitura pelo Governo Federal.

Concluída a meta de vacinação do público alvo da referida remessa e mediante a sobra das 200 doses, o responsável pelo setor de vacinação teria decidido imunizar um grupinho de servidores públicos privilegiados. Porém, no grupo de WhatsApp onde foi dada a orientação para que interessados em se imunizar fizessem uma fichinha de inscrição, havia uma integrante que não faz parte do time do “chefe” e que não concorda com a mutreta oficializada e que pode desmoralizar a política estadual de imunização.

Com as orientações do responsável pela vacinação passadas pelo “Zap” devidamente “printadas” e salvas em pasta segura, a servidora que se recusou a fazer parte do processo ilícito de vacinação, constatou ainda que, entre as pessoas beneficiadas com a “treta”, constaria gente fora da idade mínima exigida e que nem seria do quadro de servidores da administração municipal, o que teria revoltado outros funcionários que não receberam a dose do imunizante e que já ficaram sabendo do ocorrido.

Segundo as informações ainda confusas que chegaram à redação do GDS News, a servidora que não lê a cartilha do chefe do setor de vacinação do município em destaque, depois de ameaçar fazer uma denúncia formal sobre o esquema ilícito, estaria sofrendo ameaças, motivo pelo que ela teme pela própria vida.

A equipe de reportagem do GDS News tem informações de que o assunto já teria chegado às autoridades competentes e nos próximos dias o escândalo pode vir à tona desnudando os maus gestores que desviaram a finalidade das doses preciosas da vacina contra a Covid-19.

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