Futebol feminino cresce no Brasil com ações sólidas da CBF

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O futebol feminino no Brasil, apesar de todos os problemas em 2020, deu passos importantes na temporada. A Série A terminou com o título do Corinthians sobre o Avaí Kindermann com excelentes jogos, a Seleção Brasileira, sob o comando da sueca Pia Sundhage, se teve problema para disputa de amistosas devido à pandemia da covid-19, teve períodos de treinamento com jogadores que atuam no exterior e outros com atletas que jogam no Brasil, situação impensável há poucos anos. Segundo Aline Pellegrino, coordenadora de competições da CBF, os resultados positivos são reflexos de ações profissionais sólidas por parte da entidade.

Ex-jogadora da Seleção Brasileira, Pellegrino, em conversa com o Betway, site de apostas esportivas online, listou pontos que fizeram com que o futebol feminino no Brasil esteja no caminho para render bons frutos e atrair a atenção de grandes patrocinadores, como já acontece no masculino. Os times femininos dos principais clubes do Brasil mandaram seus jogos em suas arenas, com o campeão Corinthians jogando na Neo Química Arena, o Palmeiras no Allianz Parque ou o Internacional no Beira-Rio. “Não é uma questão de receber amor e carinho. É uma questão de desenvolvimento, de governança”, afirmou. O Campeonato Brasileiro foi o primeiro no mundo do futebol feminino a ter a utilização do VAR, o que aconteceu nas fases semifinais e na decisão.

Mulheres no comando

A CBF, depois da eleição de Rogério Caboclo para presidente, passou a olhar o futebol feminino com olhar mais profissional e apostando nas mulheres em cargos chaves. A escolha de Pia Sundhage, uma das maiores técnicas da história da modalidade, com três medalhas olímpicas, duas de ouro com os Estados Unidos e uma de prata com a Suécia, foi apenas o primeiro passo. Depois de Pia, mais e mais mulheres chegaram. Na comissão técnica das seleções Sub-17 e Sub-20, com Duda Luizelli na coordenação das seleções, e Aline Pellegrino.

Junto à chegada de Aline Pellegrino, foi anunciada a equiparação salarial de jogadores e jogadoras das duas seleções do Brasil. Uma ação tão importante que teve repercussão no mundo inteiro. “É uma decisão tomada pelo presidente [Rogério Caboclo] e já havia sido passada para as jogadoras antes da pandemia, nos amistosos que foram feitos na França e o fato de divulgar novamente a informação, agora de forma global com a minha chegada como coordenadora de competições e da Duda como coordenadora de seleções foi fundamental para que a notícia ganhasse ainda mais força”, disse Pellegrino durante conversa com a Betway.

Agora dirigente, a ex-zagueira que fez parte da Seleção que conquistou duas medalhas olímpicas e o vice-campeonato mundial, aposta no apoio e organização para o Brasil voltar a frequentar as primeiras posições. “Acho que minha geração conseguiu esses resultados sem tudo isso acontecendo. Hoje a gente tem gestão e profissionalismo muito melhor, mesmo tendo muito o que avançar. Os outros também avançaram e talvez conseguir resultados é cada vez mais difícil. Precisamos fazer isso com gestão, com profissionalismo, com governança a gente não vai conseguir. É isso que temos que buscar, clubes, federações, confederação, para termos o futebol feminino enraizado no Brasil”, completou.

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