Superlotação e falta de medicamentos é a realidade da UPA do 2º Distrito, diz entidade médica

RN7

O crescimento dos casos de Covid-19 tem deixado os profissionais da UPA do 2º Distrito, unidade referência para o combate à pandemia em Rio Branco, em situação cada vez pior. A superlotação da unidade de saúde é um dos principais problemas identificados durante visita de representantes do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed) nesta quarta-feira, 20.

Os diretores do sindicato constataram a impossibilidade de atendimento de todos os pacientes com sintomas de Covid-19 que procuram a unidade de saúde e cobram a abertura de novas portas de entrada para o atendimento da doença.

“Acho inviável que a gente tenha apenas essa porta de entrada para os pacientes de Covid. A demanda da UPA está muito grande. É necessário e urgente que tenhamos outras portas de entrada para o atendimento básico, como o Into que tem que abrir logo o ambulatório, e as unidades básicas de saúde. A secretaria municipal de saúde informou que iria viabilizar duas unidades na última reunião que tivemos com o ex-secretário Otoniel Almeida”, afirma Jacqueline Fecury, primeira-secretária do sindicato.

Outros dois problemas identificados durante a visita preocupam, já que afetam diretamente no diagnóstico e tratamento dos pacientes. O primeiro é a falta de alguns exames ou em quantidade reduzida. Um deles é a realização de tomografias. A direção da unidade informou que o exame só é realizado em pacientes já internados. Outro problema é a falta de alguns medicamentos como metilprednisolona e clexane, que o estoque estaria no fim.

O crescimento dos casos de Covid-19 tem deixado os profissionais da UPA do 2º Distrito, unidade referência para o combate à pandemia em Rio Branco, em situação cada vez pior. A superlotação da unidade de saúde é um dos principais problemas identificados durante visita de representantes do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed) nesta quarta-feira, 20.

Os diretores do sindicato constataram a impossibilidade de atendimento de todos os pacientes com sintomas de Covid-19 que procuram a unidade de saúde e cobram a abertura de novas portas de entrada para o atendimento da doença.

“Acho inviável que a gente tenha apenas essa porta de entrada para os pacientes de Covid. A demanda da UPA está muito grande. É necessário e urgente que tenhamos outras portas de entrada para o atendimento básico, como o Into que tem que abrir logo o ambulatório, e as unidades básicas de saúde. A secretaria municipal de saúde informou que iria viabilizar duas unidades na última reunião que tivemos com o ex-secretário Otoniel Almeida”, afirma Jacqueline Fecury, primeira-secretária do sindicato.

Outros dois problemas identificados durante a visita preocupam, já que afetam diretamente no diagnóstico e tratamento dos pacientes. O primeiro é a falta de alguns exames ou em quantidade reduzida. Um deles é a realização de tomografias. A direção da unidade informou que o exame só é realizado em pacientes já internados. Outro problema é a falta de alguns medicamentos como metilprednisolona e clexane, que o estoque estaria no fim.

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