‘Muito confiante nos avanços’, diz Wilson Lima após exclusão de governadores do Conselho da Amazônia Legal

RN7

O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC) comentou o novo formato do Conselho da Amazônia Legal, que transfere a gestão do Conselho para o vice-presidente, Hamilton Mourão, excluindo os governadores da Região do Conselho Nacional da Amazônia Legal. Wilson disse estar confiante com a mudança.

“O fortalecimento de qualquer instrumento para a proteção e defesa da Amazônia e do desenvolvimento sustentável é muito bem-vindo para a nossa região. Inclusive o general Mourão é alguém que conhece muito bem a Amazônia, já serviu aqui no Estado do Amazonas. A gente está muito confiante nos avanços que o Conselho pode proporcionar”, comentou.

O governador esteve em Brasília, na cerimônia de criação do Conselho Nacional da Amazônia Legal, realizada no Palácio do Planalto. Na ocasião, foi assinado o decreto para transferir o órgão do Ministério do Meio Ambiente ao vice-presidente da República.

A composição anterior do conselho, de 1995, incluía os governadores da Amazônia Legal. No decreto presidencial assinado na última terça-feira (11), os governadores não integram o conselho.

Após a assinatura do decreto, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que os governadores serão consultados para estabelecer prioridades independentemente da inclusão no conselho.

Integrantes

Conforme o decreto de 1995, o conselho seria composto por 20 ministros; três representantes de órgãos federais; e pelos governadores da Amazônia Legal.

De acordo com o decreto assinado nesta terça-feira por Bolsonaro, integrarão o conselho o vice-presidente Hamilton Mourão e os ministros das seguintes pastas:

  • Casa Civil;
  • Justiça;
  • Defesa;
  • Relações Exteriores;
  • Economia;
  • Infraestrutura;
  • Agricultura;
  • Minas e Energia;
  • Ciência, Tecnologia e Comunicações;
  • Meio Ambiente;
  • Desenvolvimento Regional;
  • Secretaria-Geral da Presidência;
  • Secretaria de Governo da Presidência;
  • Gabinete de Segurança Institucional.

Pelo decreto, os integrantes do conselho deverão se reunir a cada três meses e deverão se dividir em comissões temáticas.

“O presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal e os coordenadores das comissões e subcomissões poderão convidar especialistas e representantes de órgãos ou entidades, públicos ou privados, nacionais ou internacionais, para participar das reuniões”, afirma o texto do decreto.

Ainda de acordo com o texto, as decisões do conselho “serão tomadas por seu presidente, após manifestações dos demais membros”.

G1 – AM

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