Moradia um Direito de todos – A vida em comunidade

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A cidade sempre cresce do centro para os bairros. A cada ano surgem novas moradias de forma desordenada e com isso vem desafios que uma região de moradia necessita. Os desafios do saneamento básico e infraestrutura deixam o poder público incapaz de chegar até a área necessitada e aí beira a desigualdade social. Além disto tudo os desafios dos que continuam sem teto são maiores ainda. Rio branco é uma cidade em formação constante e com grandes desafios a vencer.

Ações em conjunto com as comunidades quase não existem, são apenas pontuais e não geram impactos permanentes e duradouros. É uma espécie de paleativo aqui, ajuste acolá. É Preciso que haja o desenvolvimento de métodos e ações onde a comunidade seja inserida não apenas para colaborar, mais para alcançarem qualidade de vida e crescimento coletivo. Ao voltar para situação da habitação. Não se vê ações constantes que aponte condições para que famílias sem abrigo possa ter sua casa.

Neste sentido alguém deveria cobrar do poder público ações integradas no formato de multirão. Quando a realidade é crítica não existe tempo para aguardar burocracia, o poder público tem que ser criativo e agir. Se não tem caixa para chegar só, busque a união de forças. Buscar materiais de construção com parceiros e a comunidade entra com a mao de obra. Assim, a curto a moradia, a dignidade chegaria de forma unificada para aqueles que nao tem onde morar.

Na vida em comunidade tudo começa pela mentalidade. Você precisa entender que a comunidade estará sempre pronta para interagir se houver um relaciomento franco.

O Gestor público precisa ir onde sua comunidade está e não o contrário. Isso significa utilizar os principais canais de comunicação que você tem a seu dispor aliado a presença física.

Crescer com sua comunidade significa ouvir o que ela tem para dizer e por em prática sugestões. Não se esqueça de reconhecer a participação de todos.

A vida em comunidade é uma experiência compartilhada. Você precisa fazer com que todos se sintam parte do meio, dos mesmos objetivos. Por isso lutas, eventos e encontros, devem ser valorizados.

Oséias Silva, é líder do Movimento Comunitário de Rio Branco e sargento na Polícia Militar do Estado do Acre

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