MS: Usuários reclamam de poucos funcionários no atendimento de vacinação

A procura pela vacinação contra gripe tem tulmutuado o atendimento em algumas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Capital em razão das filas ocasionadas pelo grupo prioritário que procura a imunização desde o dia 23 de abril.

Um levantamento inicial apontou que na primeira semana de ofertamento da vacina houve aumento de 40% na rotina de usuários na rede de atendimento municipal.

Conforme reclamação de um usuário de nome Wellington Souza, ele chegou nesta quarta-feira (2), às 10h50, na UBS do bairro Jóquei Clube acompanhando a avó, que tem 83 anos. “Chegamos lá e tinham cinco pessoas na fila e encerraram o atendimento, informando que era para retornar às 13h”, relata.

Retornando no horário combinado, o trabalhador ficou indignado com a quantidade de pessoas e afirmou que somente uma pessoa estava realizando a aplicação da vacina.

“Está bem complicado ir no local, pois, mesmo com atendimento para grupos específicos, não há lugar suficiente para idosos aguardarem atendimento e no caso aqui do posto, tinham muitas grávidas que também estavam reclamando”, acrescenta.

NOTA RETORNO

A prefeitura de Campo Grande, por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), informou que a imunização está ocorrendo dentro da normalidade. “Nesta semana o único incidente que foi registrado aconteceu com um cidadão que levou o familiar para vacinar e queria aproveitar para receber o medicamento também, no entanto, não foi possível por não estar no grupo de risco”, destacou a assessoria de comunicação.

Com objetivo de organizar e oferecer maior agilidade ao atendimento, a equipe da unidade do Jóquei Clube distribuirá senhas dos cidadãos, complementa a Sesau.

Na primeira etapa de vacinação, serão atendidos idosos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto) crianças entre 6 meses e 5 anos, trabalhadores da saúde, professores da Rede Publica e Privada, Povos Indígenas, funcionários e internos do sistema prisional.

A meta em Campo Grande é vacinar 54,4 milhões de pessoas que integram este grupo, avaliado em 197.820, informou a secretaria de saúde.

Fonte: C.E

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