Justiça determina busca e apreensão em escritório ligado a campanha de Odilon

Apesar de defender a moralidade e se colocar em favor de atos lícitos, sobretudo, o combate a corrupção, o candidato do PDT ao governo de Mato Grosso do Sul, Odilon de Oliveira, encontra-se em maus lençóis durante o segundo turno das eleições, isso porque a Justiça Eleitoral determinou nesta sexta-feira (19), um mandado de contestação, busca e apreensão de materiais impressos e computadores produzindo Fake News, em um imóvel sob a coordenação de Júlio Cabral, diretamente envolvido em sua campanha.

A suspeita, segundo o jornal Correio do Estado, é de que pessoas ligadas à coordenação da campanha do juiz federal aposentado, está sendo elaborado material digital e impresso falso, as conhecidas Fake News, tão faladas nas campanhas deste ano.

Os materiais deturpam a imagem do governador e candidato à reeleição, Reinaldo Azambuja (PSDB), de acordo com a coligação “Avançar com Responsabilidade” do PSDB e mais 11 partidos, que ingressou com pedido de providências, alegando as Fake News.

Segundo o pedido, após a elaboração dos materiais, é repassado a terceiros para iniciarem o compartilhamento e depois delegam, para ocultação de provas. A criança das Fake News está sendo feita na rua 14 de Julho.

A coligação pediu ainda a expedição do mandado de busca e apreensão e a perícia em computadores apreendidos no local.

Diante dos fatos, o juiz eleitoral Paulo Afonso de Oliveira, decidiu que com a ausência de prova dos fatos a expedição de mandado de busca e apreensão de materiais ligados no escritório informado pela coligação.

Julio Cabral é o consultor da campanha de Odilon. A reportagem do Correio do Estado tentou entrar em contato com ele por telefone, mas o celular está desligado.

De acordo com a Polícia Federa, ainda não há, pelo menos não hoje, deflagração de qualquer operação relativa ao combate de Fake News. Porém, para cumprir a decisão do juiz, agentes da PF apenas acompanharam Oficial de Justiça na execução de buscas em endereço no Centro de Campo Grande. Todos os itens apreendidos já estão custodiados no Cartório Eleitoral.

Ainda segundo a nota, a participação da PF no cumprimento do presente mandado foi apenas de garantir a segurança dos Oficiais de Justiça.

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