Lésbica se converte após anos de orações da sua mãe

Hoje, Graziele Galvão tem uma vida piedosa e testemunha sua transformação de vida por onde passa. Mas, até chegar onde ela se encontra hoje, passou por muitos traumas. Um deles foi saber que sua sobrinha, na verdade, era sua irmã. Seu pai, que foi da umbanda, havia abusado sexualmente da própria irmã.

“O meu pai acabou abusando da minha irmã mais velha e neste abuso nasceu a minha sobrinha. Quando eu era criança eu ficava na dúvida. ‘Será que ela era minha irmã ou minha sobrinha?’ Eu perguntei para minha família e descobri que a minha sobrinha era minha irmã. E foi aí que eu travei e perguntei: ‘Porque o meu pai fez isso, logo ele que era para proteger a nossa família, abusou da minha irmã mais velha’”, contou no vídeo publicado em seu canal.

Grazy diz que os abusos não pararam por aí. “Nesse processo, meu pai continuou abusando da minha irmã e eu já tinha uns oito anos. Meu pai era da umbanda e a minha mãe era católica e quando baixava os guias do meu pai, ele fazia um inferno na minha casa. Acabou destruindo a minha família e a minha mãe ainda não conhecia Deus. Ela também veio de fruto de abuso. Quando ela era criança foi abusada pelo patrão, aos 12 anos”, contou.

Grazy começou a questionar se Deus realmente existia, se Ele realmente era bom. Por qual motivo Deus havia permitido que tudo aquilo acontecesse? “Aos oito anos eu estava brincando na rua como uma criança normal e um amigo da minha irmã me chamou para a casa dele, para brincar de futebol. Quando eu cheguei, ele abusou de mim também. Eu perguntei porque ele havia feito aquilo. Na época, ele tinha 16 anos e ele disse que fez porque quis”, revelou Grazy.

“Ele não pensou como seria minha reação naquele momento. Ele tirou a minha inocência. Eu já tinha uma referência muito ruim na minha casa, de homem. Quando eu recebi o abuso desse menino, eu disse que não queria mais ser menina e passei a lutar para ser homem”, contou ela que chegou a ficar conhecida nas redes sociais por Gal Galvão.

Ela diz que seus seguidores a conheciam por uma pessoa muito musculosa e que estava se transformando em homem. Mas, essas pessoas não sabiam que por trás disso havia uma ferida muito grande. Foi nesse período que sua mãe se converteu ao Evangelho, conheceu Jesus e começou a orar por sua família. Mas, seu pai continuou no pecado.

“Aos 16 anos eu entrei no homossexualismo, porque eu disse não queria ser uma menina, tinha medo de ser abusada de novo. Meu maior desejo era matar o meu pai de tanto que ele abusava da minha irmã na minha frente”. Grazy diz que queria ser homem para proteger sua família e nesse tempo o diabo passou a manipular sua mente.

“Comecei a criar dentro de mim todo tipo de dor, raiva, ódio. Eu comecei a ser uma pessoa agressiva. Aos 20 anos, eu lembro que meu pai já tinha separado da minha mãe e ele se envolveu com a prostituta. Ele pegou uma doença e ele não podia mais andar. Um dia ele teve um infarto e morreu”, contou.

Grazy disse que para ficar mais parecida com um homem usava anabolizantes e por conta disso tinha medo de infartar também. “Um dia, eu abracei minha mãe porque eu pensava que ia morrer e ela me disse que um dia ia me ver na igreja. Eu estava tão depressiva que disse: ‘Deus, se o senhor existe me encontra então’.isso foi de manhã, à tarde e uma amiga minha foi falar de Jesus para mim. A Jéssica me chamou para ir a um encontro com Deus e nesse encontro eu tive uma experiência sobrenatural, só eu sei o que eu vi”, ressaltou.

“Naquele momento uma pastora me abraçou e na hora eu caí de joelhos. Ela começou a derramar amor sobre mim e a deliberar bençãos sobre mim. Naquele momento eu vi Jesus tirando aquela dor de mim. Na mesma semana, eu lembro que passei um tempo em depressão e lembro de Jesus falar: ‘Volta para mim filha’”, lembrou.

“Eu ficava horas e horas malhando na academia e lá nunca ninguém falou de Jesus para mim. Mas naquele dia, entrou uma mulher e começou a falar de Jesus para as pessoas e quando eu virei as costas para ela, a mulher tocou no meu ombro e disse: Posso falar com você?’. Naquele momento ela perguntou se podia orar por mim e eu disse que sim. Quando eu saí daquela academia fui para a igreja e Deus começou uma nova história na minha”.

Guia-me

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